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segunda-feira, 26 de março de 2012

O Sétimo Selo


"Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora.

Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca."
 peteruivante
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Anisia Nascimento

A Vida Examinada - Sócrates

"A Vida Examinada - Sócrates .
Neste documentário veremos ,o que é filosofia ?
Através de um de seus maiores filósofos, Sócrates, e seu mito da caverna, escrito por Platão.
Participação; Nicholas Smith , Julia Annas , Manuel Velasquez , Stephen Toulmin , Daniel Dennett , Susan Wolf , W.D. Hart , David Chalmers , Charles Taylor , John Searle , Paul Churchland , Philip Kitcher , Michael Sandel , Jonathan Glover , Martha Nussbaum , Hilary Putnam , Robert Solomon , Walmir Cardoso , Fernando Isao Kawahara , Eduardo Amaral , José Luiz Pastore , Marcia Tosta Dias , Edivania Soares de Souza .
Mais informações :
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna
http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Socr%C3%A1tico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia"
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Secretaria de Cultura lança o livro Artistas Plásticos Nilopolitanos


Noticia
A Prefeitura de Nilópolis, através da Secretaria Municipal de Cultura, realizou no dia 22, quinta-feira, a cerimônia para o lançamento do livro "Artistas Plásticos Nilopolitanos". O evento aconteceu no Salão Nobre do Centro Municipal de Eventos, no bairro Frigorifico.

Durante a cerimônia foram entregues diplomas para destacar e mostrar a importância de ter na cidade artistas plásticos do porte dos homenageados e imortalizados, através do livro. Ao todo foram seis artistas plásticos: a Comendadora Eny Varella, Mazzim Mazamba, a artista Vilma Macedo, o artista D. Zito, Ney Sayão e Lilian Cristina entre os homenageados, além da Fayga Ostrower, que dá o nome a Escola de Artes Plásticas do município e Willi Voight, e é uma referência também foi feita uma Homenagem in memorian ao artista plástico Willy Voigt. “Hoje a cidade tem um trabalho grande de publicações, Nilópolis tem orgulho de dizer : temos uma linha editorial. Em quatro anos nós tivemos quatro publicações” disse o secretário de Cultura Augusto Vargas.


Vale ressaltar que os livros não serão vendidos, são gratuitos, e distribuídos para que as pessoas tenham acesso nas bibliotecas da cidade, nas escolas, e instituições de pesquisas. Além da distribuição em todas as secretarias de Cultura do estado do Rio de Janeiro e através do site da prefeitura de Nilópolis.


A mesa foi composta pelo Prefeito Sergio Sessim, Deputado Federal Simão Sessim, Vice Presidente da Câmara Jorge Ney, Secretário de Cultura Augusto Vargas, Presidente da Academia de Letras e Artes Eliane Mariaht, Comendador Pumar e o Presidente da Academia de Letras e artes de Mesquita Othon Ávila Amaral.


Compareceram ainda a cerimônia os vereadores Adilson Farias, Jorge Moreira, Alex Melo, Abraão David, Michael Jarjous, além de secretários municipais e outras personalidades.

Outras Noticias

[23/03/2012] Secretaria de Cultura lança o livro Artistas Plásticos Nilopolitanos
[22/03/2012] Prefeitura de Nilópolis recebe ônibus escolares adaptados para alunos especiais
[21/03/2012] Prefeitura de Nilópolis demarca novas vagas de estacionamento para pessoas com deficiência
[20/03/2012] Prefeitura recolhe cavalos abandonados no Centro de Nilópolis
[20/03/2012] Prefeitura reconstrói muro do Cemitério Municipal de Nilópolis
[14/03/2012] Prefeitura de Nilópolis solicita a dragagem do Rio Pavuna
[14/03/2012] Vila Olímpica de Nilópolis recebe melhorias no sistema de iluminação
[08/03/2012] Secretário de Cultura de Nilópolis se reúne com o presidente do Sated/RJ
[07/03/2012] Beija-Flor encerrou oficialmente o Carnaval em Nilópolis
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[24/02/2012] O Carnaval de Rua de Nilópolis foi nota 10
[23/02/2012] Secretaria de Meio Ambiente promove mais uma etapa do reflorestamento do Gericinó
[23/02/2012] Bloco da Limpeza também fez bonito no Carnaval de Nilópolis
[16/02/2012] Novo Viaduto é inaugurado
[15/02/2012] E. M. Margarida Fernandes Sabino será totalmente reconstruída
[08/02/2012] Nilopolitanos podem acessar informações atualizadas da UPA 24h do Cabuis
[04/02/2012] Secretaria de Meio Ambiente inicia a ação de biorremediação e fiscalização das caixas de gordura
[23/01/2012] Escola Municipal de Música: Ensino gratuito de qualidade
[20/01/2012] Prefeitura promove o I Festival de Verão de Nilópolis
[19/01/2012] Governador Sergio Cabral lançou em Nilópolis o Programa Rio Sem Miséria

Sócrates


Chico Anysio RIP 1931-2012


Fátima Missionária



Surdez favorece condição de pobreza
 
 
Texto Cristina Santos
Trata-se de um problema de saúde que poderia ser prevenido mas que afeta milhões. Produção de próteses auditivas está muito aquém das necessidades da população a nível mundial
Metade dos casos de surdez ou deficiência auditiva poderiam ser evitados através de ações de prevenção. A perda de audição pode ser tratada com recurso a próteses auditivas. Mas tais dispositivos, apesar de muito necessários, estão em falta. A produção atual de próteses auditivas cobre apenas menos de 10 por cento das necessidades a nível mundial. Nos países em desenvolvimento, menos de uma pessoa em cada 40 com problemas de audição, dispõe de uma prótese. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2004, mais de 275 milhões de pessoas no mundo tinham problemas auditivos; 80 por cento viviam em países com fracos ou médios rendimentos.

As deficiências auditivas têm várias repercussões nas famílias, comunidades e países. Nas crianças podem dar origem a atrasos no desenvolvimento da linguagem e das aptidões cognitivas. Os adultos têm mais dificuldades em arranjar um emprego e mantê-lo. As pessoas com problemas de audição são frequentemente discriminadas. Os mais pobres são mais afetados por não terem possibilidades de aceder aos cuidados preventivos ou aos tratamentos de que necessitam. Por outro lado, os que sofrem de algum problema de audição, ao terem mais dificuldades em arranjar emprego, ficam isolados e acabam por cair mais facilmente na pobreza.
 

Homenagem a Chico Anysio








Chico Anysio, Chico Anysio...


"Chico Anysio desfila todo o seu humor numa apresentação especial, na entrega de prêmios do Roquete Pinto em 1969, exibido pela Record. Na ocasião, Chico recebia o prêmio de 'Melhor Comediante'.
Chico comparece ao prêmio e mostra porquê ficou com cobiçado troféu."





Chico Anysio


"Crônica natalina de Marcos César, "Nascer Velho, Morrer Criança", apresentada pelo mestre Chico Anysio no seu quadro dominical do "Fantástico", na semana do Natal de 1977."


" A sátira criada pelo nosso saudoso Chico Anysio, ao que parece, é o sonho de muito político do no país."


"Chico Anysio mostra toda a sua genialidade declamando no programa do Jô um monólogo somente com palavras iniciadas com a letra M."


"Cena de Chico Anysio como Zé Tamborim, o Poeta, compositor que roubava sambas alheios, em que o mestre do humor canta uma paródia de uma clássico de Dorival Caymmi, e o comediante Air Leite na extinta TV Rio, em 1962, e um breve depoimento de Boni sobre o impacto que o talento de Chico Anysio, então um artista de rádio, lhe causou."


" No "Viva o Gordo" de 1981, Chico Anysio fazia uma participação especial no programa de Jô Soares, em paródia da inesquecível dupla do cinema americano, "O Gordo e o Magro"."


"Chico Anysio desfila todo o seu humor numa apresentação especial, na entrega de prêmios do Roquete Pinto em 1969, exibido pela Record. Na ocasião, Chico recebia o prêmio de 'Melhor Comediante'.
Chico comparece ao prêmio e mostra porquê ficou com cobiçado troféu."
 

domingo, 25 de março de 2012

Benedito Sant'Anna da Silva Freire

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Benedito Sant'Ana da Silva Freire (Mimoso, distrito do município de Santo Antônio do Leverger, 20 de setembro de 1928Cuiabá, 11 de agosto de 1991) foi um poeta, advogado e professor brasileiro.
Conterrâneo do Marechal Cândido Rondon, Silva Freire foi professor na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e ocupou a cadeira nº 38 da Academia Mato-grossense de Letras (AML).
Foi presidente da UNE nos tempos quando a entidade tinha como política a promoção da criação e resgate inteso da identidade multicultural Latino-Americana e comvivência dos estudantes às realidades das favelas, presídios, campo, sertão, floresta, indígenas, sem teto, sem terra, sem dignidade, sem projeto de nação de paíz. Foi preso pela ditadura, sofrendo tolhidad de palavra, algo triste para um poeta. Foi vice-candidato à Prefeitura de Cuiabá com o primeiro Reitor da UFMT. Destacou-se ainda como advogado criminalista, sendo antológicas suas atuações nos tribunais de júri, sempre pautado no vasto conhecimento jurídico e no destacado domínio da oratória.
Sua morte se deu no tempo em que os festivais de estímulo a criação cultural entraram em declínio, com o domínio da Cultura pela Indústria Cultural. Antes de sua morte ainda existiam festivais populares como o FLAMP na UFMT.
Recebeu diversas homenagens, entre elas, a homenagem do Univag Centro Universitário de Várzea Grande, em Mato Grosso, e que deu o nome deste intelectual à sua biblioteca.
Hoje é um poeta esquecido…
Entre suas principais obras
  • Meu Chão;
  • Pássaro Implume;
  • Campus de Universidade;
  • As Redes;
  • Os Meninos de São Benedito;
  • Águas de Visitação;
  • Trilogia Cuiabana, publicada em 1991

Ligações externas

sexta-feira, 23 de março de 2012

Professor da UFRJ ganha prêmio da Unesco por difundir cultura árabe

João Baptista Vargens recebeu prêmio em Paris e foi homenageado na UFRJ.
Interesse pelo mundo árabe começou ainda na infância.






O professor João Vargens recebeu prêmio da
Unesco (Foto: Almádena Editora/ Divulgação)

O professor de língua e cultura árabe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) João Baptista de Medeiros Vargens, de 59 anos, foi um dos ganhadores do Prêmio Sharjah, oferecido pela Unesco. A entrega do prêmio ocorreu em 27 de fevereiro em Paris. Na quarta-feira (21), o professor foi homenageado pelo Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.


Em 2011, João Baptista editou o “Dicionário Árabe-Português”, de Alphonse Nagib Sabbagh, numa coedição da editora Almádena e da Fundação Biblioteca Nacional. A obra tem 768 páginas e cerca de 60 mil verbetes, num livro de capa dura que prestigia o árabe, idioma oficial em 22 países.





Capa do dicionário do autor Alphonse Nagib


Sabbagh, (Foto: Almádena Editora/ Divulgação)



O Prêmio Sharjah é concedido anualmente a uma pessoa nascida em país árabe e outra de qualquer outro país, que tenham contribuído para a difusão e o desenvolvimento da cultura árabe no mundo. Em 2012, a quantia oferecida pela premiação foi US$60 mil. O valor será dividido entre o romancista e teatrólogo libanês Elias Khoury e o brasileiro João Baptista. 


Currículo


Editor, escritor, tradutor, estudioso de lexicologia e professor de língua e cultura árabe, João Baptista iniciou suas pesquisas no âmbito da influência do árabe no português. Possui doutorado em letras pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, atuando principalmente nos seguintes temas: língua portuguesa, língua, literatura e cultura árabe.


O professor conta que a história com a cultura árabe começou ainda na infância, quando ele lia títulos de um escritor brasileiro que escrevia contos com personagens árabes ambientados neste mundo. Durante a adolescência, Vargens diz que se sensibilizou com a causa Palestina e desde então passou se interessar pela cultura.


“Receber o prêmio foi uma grande satisfação, o reconhecimento do meu trabalho. É um prêmio para todos os arabistas brasileiros, não se faz um trabalho desse porte sozinho. É a vitória de uma equipe", diz Vargens.


Anisia Nascimento - educação: Contenção orçamental suspende encontro Literatura ...






















POR:




Um dos momentos do festival do ano passado (Fernando Veludo/nFactos)








A sétima edição do encontro internacional Literatura em Viagem, que deveria realizar-se entre os dias 21 e 24 de Abril, em Matosinhos, está suspensa e poderá mesmo vir a ser cancelada se até ao final do mês o Governo não regulamentar a Lei 8/2012 (a chamada “lei do compromisso”), que impede as autarquias de assumirem qualquer nova despesa que exceda os fundos disponíveis no curto prazo.






A suspensão foi hoje confirmada ao PÚBLICO pelo vereador da Cultura da Câmara de Matosinhos, Fernando Rocha, segundo o qual uma decisão definitiva sobre a realização do encontro só deverá ser tomada na próxima semana.






“Estamos à espera de que o Governo regulamente a lei que proíbe as câmaras de fazerem despesas para ver se ainda é possível transferir o evento para outras datas, e também à procura de um parceiro privado, mas é praticamente certo que já não temos tempo para ter todo o processo burocrático e administrativo a tempo de realizar o LeV nas datas previstas”, explicou o autarca.






A organização do encontro já tinha assegurado a participação de cerca de meia centenas de escritores de dez países diferentes, entre os quais se contam os franceses Olivier Rolin e Laurent Gaudé, o belga Bernard Quiriny, o norte-americano Philip Graham, a italiana Romana Petri, o sueco Henrik Nilsson, a chinesa Xinran ou os portugueses Paulo Castilho e Maria Teresa Horta. As viagens estavam pré-reservadas, bem como a estada dos autores em Matosinhos, o que não deixará de representar também algum prejuízo para as empresas que iam prestar estes serviços.






A notícia apanhou também de surpresa os editores, que ainda anteontem estavam a marcar entrevistas com os autores que representam. “Soubemos por um jornalistas que havia algum problema, mas oficialmente ainda não nos foi comunicado nada”, disse ao PÚBLICO Manuel Alberto Valente, da Porto Editora. “Tínhamos entrevistas marcadas, programas definidos e até algumas despesas feitas com alguns autores que seguiam para Lisboa depois do LeV, inclusivamente hotéis marcados, e isto causa-nos algum desconforto”, acrescentou.






“Tenho agora treze grandes problemas para resolver, que são os escritores estrangeiros que já tinham viagens marcadas”, disse ao PÚBLICO Francisco Guedes, responsável pela organização do evento e também das Correntes d’Escritas da Póvoa da Varzim, de vocação ibero-americana.






“Lamento o que está a acontecer. Ninguém o lamenta mais do que eu. Custou muito a pôr o LeV de pé e agora corre-se o risco de desperdiçar todo esse esforço por causa de uma lei cega que não distingue entre as câmaras demasiado endividadas e aquelas que têm uma dívida perfeitamente comportável”, disse ainda o vereador Fernando Rocha. “Também temos dois camiões de recolha de lixo avariados e não podemos arranjá-los. Se avariar outro, não vamos ter como recolher o lixo”, acrescentou.






Manifestando ainda alguma “esperança” de que seja possível realizar a sétima edição do encontro ainda em 2012, o autarca garante que a autarquia vai continuar a procurar parceiros privados que ajudem a financiar o evento, embora ressalve que também as empresas estão com dificuldades devido à crise.






A Lei 8/2012, que estabelece as regras aplicáveis à assunção de compromissos e aos pagamentos em atraso das entidades públicas, tem sido, recorde-se, contestada por diversos autarcas e também, por exemplo, por reitores universitários, que alertaram já para o facto de aquela norma poder colocar em causa o normal funcionamento das instituições que dirigem























quinta-feira, 22 de março de 2012

O Milagre de Anne Sullivan


O milagre de Anne Sullivan
The Miracle Worker

Lançamento: 1962 (EUA)
Direção: Arthur Penn
Atores: Anne Bancroft, Victor Jory, Inga Swenson, Andrew Prine.
Duração: 107 min
Gênero: Drama

O Milagre de Anne Sullivan é um filme que nos apresenta a disposição, dedicação e amor da senhorita Sullivan que, a pedido de Alexander Graham Bell, torna-se professora e amiga de Hellen Keller. Esta amizade só termina em 1935 com a morte de Anne Sullivan. Vale lembrar que o filme é baseado em fatos reais contando, assim, a história da vida de Hellen Adams Keller que mais ou menos aos dezoito meses, devido a um tombo, torna-se cega e surda.

Como pontos positivos do filme podemos destacar o esforço, persistência e esperança da educadora que, não intimidou-se diante das dificuldades. A família que amava Helen e preoucupou-se em contratar uma professora para ela.

Anne Sullivan, talvez, por já ter sido cega possuía uma certa sensibilidade e sabedoria para trabalhar com a menina. Sullivan, uma pessoa resoluta e corajosa procura agir com segurança diante dos impasses que Helen apresentava -- por exemplo, a cena da sala de jantar, quando disciplinou Helen, ensinando-a que deveria usar a colher para levar os alimentos à boca.

A relação de carinho e afetividade que elas adquiriram uma pela outra, no filme há uma cena que Helen reagi e diz para a mãe que quer a professora, aliada a uma mente ativa e perceptiva da menina foram fatores relevantes para o aprendizado e que levaram Keller a perceber o mundo ao seu redor e a interagir com ele. "Antes que a minha professora viesse a mim, eu não sabia que existia. Vivia num mundo que não era mundo para mim. Não espero conseguir descrever adequadamente aquele inconsciente, embora consciente, estado do nada. Ignorava que sabia alguma coisa, que vivia, agia, desejava; não tinha nem vontade, nem intelecto; eu era impelida para objetos e ações por um impulso cego natural, instintivo. Só tinha uma inclinação para a cólera, o prazer, o desejo... Não era noite e não era dia, mas um vazio que absorvia o espaço, uma estabilidade sem fundamento. Não havia estrelas, nem terra, nem tempo, nem freio, nem mudança, nem bem, nem crime" (Helen Keller, in "A História da Minha Vida"). O trabalho de Sullivan com Keller permaneceu durante a vida universitária da jovem e, quando Anne casou, Helen foi morar com o casal.

Como pontos negativos podemos citar o "cuidado" dos pais, aliado a um sentimento de piedade e tolerância a todos os atos da menina. Tais sentimentos demonstram quão despreparados são para lidar com a complexidade da situação, permitindo assim, que Helen vivesse em um mundo sem sentido.
Também, podemos citar os momentos de impaciência de Sullivan, nos quais exerceu uma pedagogia agressiva para alcançar seus objetivos.
No entanto, devemos lembrar aqui, talvez, o momento mais importante do filme, o milagre, Keller fala água, ao sentir a água que sai da bomba em suas mãos. Desse momento em diante, Helen, progride na aprendizagem e chega à universidade, graduando-se, no ano de 1904. Keller, mesmo depois de formada, leva uma vida de dedicação aos estudos e as causas das pessoas cegas e surdas. Anisia Nascimento
Anisiasn

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Anisia Nascimento

terça-feira, 20 de março de 2012


"Romance de estréia do crítico literário italiano, Umberto Eco, O Nome da Rosa é uma narrativa policial, ambientada em um mosteiro da Itália medieval. A morte de sete monges, ao longo de sete dias e noite...

O filme "O nome da Rosa" trata da história ocorrida no ano de 1327 -- Século XIV - num Mosteiro Beneditino Italiano que continha, na época, o maior acervo Cristão do mundo. Poucos monges tinham o acesso autorizado, devido às relíquias arquivadas naquela Biblioteca.

No Filme, um monge Franciscano e Renascentista, interpretado pelo ator Sean Conery, foi designado para investigar vários crimes que estavam ocorrendo no mosteiro."
Por:
      pbraym 

Análise filosófica - O Nome da Rosa


Vídeo acadêmico sobre o filme O Nome da Rosa. Assistido e analisado para a aula de filosofia. Expõe visões levantadas pelo filme.

Espaço para discussão: 


Observe o mundo sem descrições.
Descreva o mundo com um olhar novo.
Ative o segredo da sua consciência.

Nossa mente deve ser livre como uma criatura em evolução
Por :
      stelaup 

BRASIL MANDA ‘FORÇA-TAREFA’ PARA SALÃO DO LIVRO DE PARIS


LITERATURA. Itamaraty e BN se uniram para atrair a atenção das editoras europeias à nova geração de autores nacionais


Por: ANDREI NETTO - AGÊNCIA ESTADO
 
Paris, França – No imaginário do europeu, o Brasil é cada vez mais associado à ideia de uma jovem democracia em franco desenvolvimento, de uma nova fronteira econômica. As velhas concepções sobre a nação do carnaval, do samba e do futebol, entretanto, ainda têm força descomunal quando se fala de cultura.

Na literatura, esses estereótipos se revelam na expectativa do público, ainda em busca de autores que falem de ‘temas brasileiros’ e exóticos, como a pobreza extrema, a violência, as contradições sociais. Para os jovens escritores que se lançam no exterior, é um desafio provar que há uma literatura universalista no País.

Este é, de certa forma, o objetivo de seis escritores convidados pelo Itamaraty e pela Fundação Biblioteca Nacional a representar o Brasil no Salão do Livro de Paris de 2012, em curso neste momento na capital. Depois de dois anos longe da feira, um dos maiores eventos culturais da Europa, o País tenta atrair atenções para sua literatura, sugerindo ao leitor europeu que sua produção vai além dos best-sellers de Paulo Coelho e dos clássicos de Machado de Assis e Clarice Lispector.

“A ideia é que marquemos presença, que a nossa literatura saia de seu cantinho e mostre que fala para todo mundo, que não é só pitoresca; é também universal”, explica Simone Dias, chefe do setor cultural da embaixada em Paris e uma das articuladoras da volta do Brasil ao salão.
 
Leia mais na versão impressa
 

A República (Platão)


"A República é um diálogo socrático escrito por Platão, filósofo grego, no século IV a.C.. Todo o diálogo é narrado, em primeira pessoa, por Sócrates.

Em A República, Platão idealiza uma cidade, na qual dirigentes e guardiães representam a encarnação da pura racionalidade. Neles encontra discípulos dóceis, capazes de compreender todas as renúncias que a razão lhes impõe, mesmo quando duras. O egoísmo está superado e as paixões, controladas. Os interesses pessoais se casam com os da totalidade social, e o príncipe filósofo é a tipificação perfeita do demiurgo terreno."

Visitem:

http://www.docspt.com/ (Maior fórum de documentários dublados ou legendados em língua portuguesa.)

http://docsprimus.blogspot.com/ (Blog especializado em documentários.)

segunda-feira, 19 de março de 2012

Grandes Pensadores - Aristoteles - Parte III


"Aristóteles, en griego antiguo Ἀριστοτέλης Aristotélēs (Estagira, Macedonia, 384 a. C. Calcis Eubea, Grecia, 322 a. C.), fue uno de los más influyentes filósofos de la antigüedad, de la historia de la filosofía occidental y considerado por muchos como el autor enciclopédico más portentoso en la historia de la humanidad.

Fue el formalizador de la lógica formal, economía, astronomía, precursor de la anatomía y la biología y un creador de la taxonomía (es considerado el padre de la zoología y la botánica). Está considerado Aristóteles (junto a Platón) como el determinante de gran parte del corpus de creencias del Pensamiento Occidental del hombre corriente (aquello que hoy denominamos "sentido común" del hombre occidental)."

Tradutores intérpretes de Libras participam de capacitação

PantanalNews - Portal de Notícias do Mato Grosso do Sul

 Por Redação Pantanal News/Karina Lima-Notícias.MS


Campo Grande (MS) - A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED/MS), em parceria com o Ministério da Educação (MEC/FNDE), realiza a segunda etapa da Formação Continuada em Tradutores/Intérpretes de Libras, de 19 a 23 de março, no Eco Hotel Chácara do Lago, em Campo Grande, para 80 tradutores intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O objetivo da formação é qualificar os profissionais para atuarem como tradutores/intérpretes em Libras para implementar sua atuação com os estudantes surdos matriculados na Rede Estadual de Ensino.

Os participantes são dos municípios de Água Clara, Amambai, Anastácio, Angélica, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bataguassu, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó, Caracol, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Coronel Sapucaia, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Inocência, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Jardim, Japorã, Maracaju, Miranda, Naviraí, Nioaque, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rio Verde, Rochedo, São Gabriel, Sete Quedas, Tacuru, Terenos, Três Lagoas e Vicentina.

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III Festival Sul-Americano da Cultura Árabe terá leitura dramática da obra “Mohamed, o latoeiro”

 Por:
        Betânia Lins
 terceira edição do Festival Sul-Americano da Cultura Árabe – que será realizado entre 18 e 31 de março, nas cidades de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro – incluiu na programação oficial a leitura dramática encenada de Mohamed, o latoeiro”, de Gilberto Abrão. A obra, publicada pela Primavera Editorial, está sendo adaptada para o teatro pelo ator Yunes Chami. A leitura está prevista para o sábado, 31 de março, às 16 horas, no Espaço Bibliaspa (rua Baronesa de Itu, 639 – São Paulo). 
 
De 18 a 31 de março, as cidades de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro serão “invadidas” por eventos que disseminam a diversidade da cultura árabe. O III Festival Sul-Americano da Cultura Árabe trará cinema, exposições, fotografia, colóquios, música, teatro, palestras, dança, artes plásticas, contação de histórias, caligrafia árabe e literatura com o objetivo de promover uma reflexão sobre as contribuições dos imigrantes no Brasil e fortalecer o vínculo entre a América do Sul e os países árabes. A proposta central é dar visibilidade a questões como o respeito à cultura e aos laços históricos, incentivando uma cultura de paz por meio da aproximação dos povos. No Brasil, a influência dos povos árabes é nítida – o país abriga mais de 16 milhões de árabes e descendentes, sendo que 2,5 milhões vivem em São Paulo. Os eventos acontecem em centros culturais e de pesquisa, escolas, cineclubes, universidades e associações. A programação completa pode ser acessada no site:  http://www.festivaldaculturaarabe.org/
 
Como parte do encerramento do III Festival Sul-Americano da Cultura Árabe, o ator Yunes Chami fará uma leitura dramática encenada do livro Mohamed, o latoeiro, do escritor Gilberto Abrão. Yunes – que está adaptando a obra para o teatro com o apoio da Bibliaspa – fará a apresentação em 31 de março, às 16 horas, no Espaço Bibliaspa (rua Baronesa de Itu, 639 – São Paulo).
 
Mohamed
 
“Mohamed, o latoeiro” marcou a estreia do escritor Gilberto Abrão, que aos 10 anos foi enviado ao Líbano pelos pais para estudar o idioma árabe e aprender mais sobre a cultura e a religião muçulmana. Educado em dois mundos distintos, o árabe e o brasileiro,  o autor usou sua história de vida para transpor para o papel a trajetória de Mohamed, um jovem imigrante sírio que chega ao Brasil no início do século passado. Por meio da trajetória de Mohamed, Gilberto Abrão mostra com maestria que os pontos decisivos da existência humana não decorrem dos fatos, sim de revisões que usamos para falar da própria vida.
 
Mohamed Ibrahim Othman é latoeiro, mas poderia ser pastor de cabras, vendedor de frutas, mascate. Longe de ser um herói, o protagonista é um homem com profundas contradições e dilemas; uma pessoa que traz as marcas da transição de uma sociedade conservadora para uma estrutura social contemporânea, globalizada. A história de Mohamed se passa no cotidiano, espaço e tempo em que amamos, temos filhos, fazemos amigos e nos separamos. O ponto de partida é o vilarejo natal, onde a vida era regrada pelas tradições familiares e árabes. Ao chegar no Ocidente, o protagonista se depara com uma realidade muito diferente da relatada por parentes que já viviam aqui. Diante do desafio de conseguir algum tipo de trabalho, Mohamed fez de tudo um pouco até estabelecer-se como latoeiro. Conforme os anos iam passando, a saudade da família na Síria só aumentava o desejo de voltar para o local da infância. Entretanto, atrelado ao dia a dia, foi criando raízes na nova terra e misturando a cultura árabe com a brasileira.
 
O choque cultural e religioso é apenas um vértice da trajetória de Mohamed e de Gilberto Abrão (nascido em Curitiba, em 1943) – que fez o caminho inverso ao do protagonista, indo do Brasil ao Líbano. Educado em um bairro simples de Curitiba, habitado por imigrantes poloneses, ucranianos, italianos, alemães e alguns sírio-libaneses, aos 10 anos Gilberto Abrão foi enviado pelo pai ao Líbano com a missão de aprender o idioma árabe, a cultura e a religião muçulmana. “Voltei aos 14 anos, fui estudar à noite e trabalhar durante o dia. O colégio não tinha boa fama, pois aceitava alunos já crescidos, rejeitados ou expulsos de outras escolas. No entanto, o prédio anexo à escola abrigava a Faculdade de Direito de Curitiba, onde acompanhei brilhantes conferências de renomados intelectuais e políticos, de diferentes vertentes e posições partidárias, das décadas de 1950 e 1960”, detalha o autor. “Rato de biblioteca”, Abrão leu os grandes clássicos da literatura nacional e mundial – de Machado de Assis a Franz Kafka – além
velhos jornais de Angola e Moçambique.
 
Em 1962, o autor se alistou como voluntário das Forças de Emergência das Nações Unidas para guarnecer as fileiras de soldados que atuavam na fronteira entre o Egito e Israel. Por ser fluente em árabe e inglês permaneceu por 14 meses na Faixa de Gaza. Apaixonado por uma gaúcha, retornou a Curitiba em janeiro de 1965 para lecionar inglês em uma grande escola de idiomas. No ano seguinte, após obter o licenciamento para abrir uma franquia dessa escola de inglês, migrou para a cidade de Novo Hamburgo (RS). No início da década de 1970 iniciou o “namoro” com a literatura ao colaborar com o jornal Zero Hora, no qual publicava crônicas e contos na coluna Sol e Chuva. “Até me aventurei a tecer comentários políticos e tive a honra de ser censurado pela direção do jornal, que nessas ocasiões colocava anúncios em substituição à coluna”, conta.
 
PRIMAVERA EDITORIAL
 
Com a proposta de ser uma “butique de livros”, a Primavera Editorial estimula o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, inteligentes e instrutivos. Investir em novos autores nacionais e estrangeiros tem sido uma das estratégias adotadas pela editora. Com diferentes linhas editoriais como romances históricos e sociais, ficção brasileira e estrangeira e policiais, as obras editadas são associadas à inovação e ao pioneirismo dos conteúdos, além da qualidade da produção gráfica.
 
As obras de ficção oferecem a possibilidade de “viver emoções” que não fazem parte do “enredo” cotidiano dos leitores; os livros publicados pelos selos EDU, BIZ e PSI são instrumentos de aprimoramento pessoal e profissional. A Primavera Editorial é presidida por Lourdes Magalhães.

Professor exalta poder da palavra russa

 Do:

      Diário da Rússia

Vladimir Kataiev diz que literatura é uma das maiores riquezas do país

“O poeta na Rússia é mais do que um poeta”, disse certa vez o poeta Evgueniy Evtushenko. De fato, entre os russos, existe a crença permanente acerca do poder da palavra. Mas revela um pouco de idealismo, haja visto a dificuldade de se traduzir poesia para outro idioma. Por um lado, existe o perigo de trair o sentido poético, e por outro, quebrar o estilo e o ritmo da métrica de um poema.
O PhD em filologia e professor de História da Literatura Russa da Universidade de Moscou, Vladimir Kataiev, ao aprofundar a relevância da literatura russa, mostra como esta consegue atingir o mundo inteiro e ser apreciada em escala global independentemente da dificuldade de tradução. “Podemos dizer que a literatura russa é uma das principais riquezas do país e do nosso povo e que ela está conectada à cultura global. Ao visitar qualquer país, mesmo que seja o mais distante, e conversar com alguém não muito culto, naturalmente, a primeira ligação que essa pessoa vai fazer com a Rússia será a menção de algum dos escritores russos. Os nomes de grandes romancistas, como Tolstoi e Dostoiewsky, são realmente conhecidos de todas as pessoas que tiveram alguma ou pouca educação.”
O Professor Vladimir Kataiev prossegue com as suas observações, falando do alcance universal dos escritores russos. “A dramaturgia de Anton Tchekhov e as suas peças podem ser apreciadas na África, na Oceania, na Europa, na Ásia e nas Américas. Além dele, existem mais quatro ou cinco nomes que, realmente, têm fama em larga escala e entraram para a cultura mundial a partir da cultura e da língua russa.” Segundo o Professor Kataiev, os escritores russos influenciaram o comportamento universal. “Podemos dizer que muito da história moderna da Índia foi desenvolvida sob a influência do poder do gênio de Leon Tolstoi. Muitos países do Ocidente e do Oriente se referem a Tchekhov como um mentor espiritual. No Japão, por exemplo, existe um culto a Tchekhov. Já Máximo Gorki, que experimentou um período de declínio, mais uma vez começa a ser apreciado como grande dramaturgo e escritor. A Literatura russa em sua época de ouro, no século XIX, era realmente uma plataforma para a expressão de ideias políticas, sociais e filosóficas.”
O poder da palavra por parte dos escritores russos também é tema das observações do Professor Vladimir Kataiev. “O mais importante a dizer é que a expressão da palavra russa é artisticamente preciosa porque afeta não só o intelecto, mas, principalmente, a alma e o coração. Nenhuma escola literária do mundo conseguiu reunir em tão pouco tempo (segunda metade do século XIX) uma constelação tão significativa de grandes nomes como a literatura russa. No século XX, a literatura russa já não foi mais encarada como isolada dos acontecimentos do mundo, tendo em vista o período da União Soviética, que abalou o destino do mundo e da humanidade. A literatura russa contemporânea, naturalmente, segue a tradição de seus grandes predecessores. A grandeza da Rússia se dá muito em vista da sua cultura, e, primeiramente, a partir da sua literatura. A beleza e a riqueza da palavra russa se mantêm no nosso idioma, e, em primeiro plano, na nossa literatura. Então, o que a nossa literatura expressa do espírito das pessoas, do seu intelecto, da sua mente e da sua alma, isso o mundo inteiro também já se deu conta.”

Grandes Pensadores - Aristoteles - Parte II


"Aristóteles, en griego antiguo Ἀριστοτέλης Aristotélēs (Estagira, Macedonia, 384 a. C. Calcis Eubea, Grecia, 322 a. C.), fue uno de los más influyentes filósofos de la antigüedad, de la historia de la filosofía occidental y considerado por muchos como el autor enciclopédico más portentoso en la historia de la humanidad.

Fue el formalizador de la lógica formal, economía, astronomía, precursor de la anatomía y la biología y un creador de la taxonomía (es considerado el padre de la zoología y la botánica). Está considerado Aristóteles (junto a Platón) como el determinante de gran parte del corpus de creencias del Pensamiento Occidental del hombre corriente (aquello que hoy denominamos "sentido común" del hombre occidental)."

Cultura em Movimento, hoje

 

PIRAÍ


A Secretaria de Educação abre hoje a segunda edição do projeto Cultura em Movimento – Encontros em Piraí, que terá três palestras sobre os Anos 20, proferidas pelo acadêmico Domício Proença Filho, membro da Academia Brasileira de Letras. O ciclo de palestras prosseguirá nos dias 21 e 22, no auditório do CEDERJ, sempre com início às 9h.
O ciclo de palestras faz parte do programa Formação Continuada e visa a proporcionar oportunidade de reciclagem aos professores da rede de ensino da Prefeitura e se insere também nas comemorações dos 90 anos da Semana de Arte Moderna, tema que faz parte da grade curricular das disciplinas de Arte, História e Língua Portuguesa.
Além de integrar a ABL, Domício Proença Filho é doutor, livre docente e professor emérito e titular de Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense. Ministrou cursos na Alemanha, Portugal, Espanha, Itália, França e Estados Unidos. Crítico, poeta, ficcionista e ensaísta, é autor de cerca de 60 livros. Nas três palestras que proferirá no ciclo Encontros em Piraí, os temas serão a arte, a história e a literatura dos anos 20.
O projeto Cultura em Movimento – Encontros em Piraí teve sua primeira edição realizada no ano passado, quando foram enfocados aspectos políticos e culturais dos anos 60 e o regime militar. O cilco trouxe a Piraí expoentes da cultura brasileira, como os
historiadores Joel Rufino dos Santos, Maria Paula Araújo e Beatriz Kushnir, o cientista social Ítalo Moriconi, o crítico e historiador musical Sérgio Cabral e o dramaturgo e diretor de teatro Sérgio Fonta.